Vibrador masculino

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Da mesma forma que fatores relacionados à integridade biológica e psicológica
contribuem para o desenvolvimento dos transtornos sexuais masculinos, fatores sociais
também se encontram presentes na etiologia de tais transtornos. O fator social refere-se
às causas relacionadas à relação do casal, tais como, falta de atração sexual pelo (a)
parceiro (a), diferenças no que diz respeito ao grau ótimo de intimidade e outros
problemas conjugais.

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Segundo o modelo biopsicossocial, a etiologia dos transtornos sexuais envolve
os fatores biológicos, psicológicos e sociais. Dessa maneira, a intervenção a partir da
perspectiva de apenas um dos fatores citados, geralmente, fracassa, pois desconsidera a
importância e o peso dos outros agentes causais. No entanto, deve-se ter em mente que,
em algumas ocasiões, um único agente causal pode ser forte o bastante para desencadear
o transtorno sexual.

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A seguir, serão elencados os transtornos sexuais masculinos, bem como a
definição e a prevalência de cada um deles.
Transtorno do desejo sexual hipoativo: ocorre quando o indivíduo possui baixos
níveis de fantasias e atividades sexuais. Estudos que procuram determinar a prevalência
desse transtorno na população geral, apontam que cerca de 16% dos homens apresentam
baixo desejo sexual (Frank, Anderson e Rubinstein, 1978 apud Carey, 2005).

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Transtorno de aversão ao sexo: pode ser compreendido como uma forma extremada
de baixo desejo sexual, sendo que os indivíduos que sofrem desse transtorno temem e
evitam todo – ou quase todo – contato sexual.

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Transtorno erétil masculino, popularmente conhecido como impotência, diz respeito à
incapacidade – periódica ou persistente – do homem conseguir ou manter a ereção até a
finalização da atividade sexual. Este transtorno apresenta grande importância clínica,
pois 36 a 53% dos homens recorrem a clínicas especializadas por conta do transtorno
erétil masculino (Spector e Carey, 1990 apud Carey, 2005).

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Transtorno orgásmico masculino diz respeito à demora – persistente ou periódica –
ou à ausência de orgasmo durante a estimulação sexual, considerada adequada quanto
ao objetivo, intensidade e duração. Este transtorno é observado raramente na prática
clínica, sendo o transtorno sexual masculino menos frequente, ocorrendo entre 4 e 10%
dos homem que vão em busca de atendimento especializado (Spector e Carey, 1990
apud Carey, 2005).

Cabe ressaltar, que estas estimativas podem ser exageradas, na
medida em que a ‘demora’ do orgasmo ou o tempo considerado normal antes que haja a
ejaculação ainda não estão bem definidos.

Ejaculação precoce refere-se à ejaculação com uma estimulação sexual mínima, a qual
pode ser antes, no momento, logo após a penetração ou “antes do desejado” pelo
indivíduo. Este transtorno é frequente, sendo que 36 a 38% dos homens da população
geral podem apresentar ejaculação precoce (Spector e Carey, 1990 apud Carey, 2005).
Além disso, estudos constataram que esse transtorno aparece em 20% dos homens que
procuram atendimento clínico especializado (Hawton, 1992; Renshaw, 1988 apud
Carey, 2005).

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Dispareunia é uma dor genital persistente ou recorrente associada à relação sexual e
que não é causada exclusivamente pela falta de lubrificação. A prevalência desse
transtorno nos homens é ainda desconhecida.

Foram identificadas várias características dos indivíduos relacionadas à
predisposição ou manutenção de transtornos sexuais. O desconhecimento sobre a
anatomia ou a fisiologia sexuais contribui para o desenvolvimento de dificuldades
sexuais. Nesse sentido, alguns comportamentos prévios à penetração – comumente
conhecidos como “preliminares” – ganham importância para lubrificação e excitação
adequadas, evitando dores durante a relação sexual.

Um fator cultural importante que contribui para dificuldades sexuais, diz
respeito a crenças compartilhadas pelas pessoas com relação ao desempenho sexual, o
que na prática se mostra impossível para a maioria de nós. Dessa maneira, enquanto
cultura, sustentamos um modelo de sexualidade pouco saudável e inadequado, baseado
no desempenho. Isso é importante, já que alguns indivíduos podem criar para si padrões
de desempenho muito altos para a “atuação” sexual, o que contribui para o
desenvolvimento de ansiedade durante a mesma e afeta respostas sexuais normais
(Masters e Johnson, 1970 apud Carey, 2005).

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Outro fator importante diz respeito ao déficit em habilidades do sujeito, ou seja,
algumas pessoas podem apresentar repertório sexual limitado, no sentido de não
possuírem conhecimentos de como proporcionar prazer a si mesmos e/ou ao parceiro
(a).

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A capacidade de participar totalmente da atividade sexual diminui quando o
sujeito apresenta outros problemas psicológicos que interferem na relação sexual, como
por exemplo, depressão e ansiedade. Além disso, os fatores relativos ao relacionamento
do casal são importantes para a satisfação e para o funcionamento sexuais.

Tendo o modelo biopsicossocial como orientação, a intervenção dos transtornos
sexuais masculinos necessita de uma estratégia multimodal.

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DISFUNÇÃO ERÉTIL MASCULINA
A Disfunção erétil ou impotência sexual é a incapacidade de iniciar ou manter
uma ereção em, pelo menos, 50% das tentativas durante a relação sexual. Essa
disfunção incapacita o homem de obter ou manter ereções suficientemente rígidas para a
penetração vaginal, impedindo a satisfação sexual.
Causas

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A impotência sexual está relacionada a diversos fatores – físicos, psicológicos e
sociais – e tratá-la envolve obrigatoriamente a descoberta de sua causa.
São causas de impotência sexual:
 Distúrbios psicológicos;
 Doenças hormonais (diabetes, diminuição dos níveis de testosterona, disfunções
endócrinas);
 Doenças neurológicas (lesões na medula espinhal, mal de Alzheimer e Parkinson);
 Doenças vasculares, que causam o entupimento de artérias e veias, prejudicando a
chegada do sangue ao pênis (hipertensão arterial, aterosclerose);
 Consumo excessivo de medicamentos e
 Alcoolismo e tabagismo.
Sintomas
Dentre os sinais e sintomas da impotência sexual, destacam-se:
 Redução do tamanho e da rigidez peniana;
 Incapacidade de obter e manter a ereção;
 Redução dos pelos corporais;
 Atrofia ou ausência dos testículos;
 Deformação do pênis;
 Doença vascular periférica e
 Neuropatia (distúrbio das funções do sistema nervoso).

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É importante ressaltar que apenas o envelhecimento não constitui uma causa de
impotência sexual.
Seis cuidados que todo homem deve ter a fim de evitar a disfunção erétil
De acordo com os dados mais recentes da Sociedade Brasileira de Urologia
(SBU), através de um estudo realizado em 22 cidades brasileiras, 44% dos homens do
país possuem disfunção erétil. Além disso, foi descoberto que 56% dos homens que
sofrem deste problema afirmaram ser hipertensos, 19% diabéticos, 13% têm colesterol
alto e, ainda, 12% deles são cardíacos.

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Segundo o especialista em disfunção erétil, Carlos Araújo, não há uma causa
única, muito menos um tratamento padrão para o problema. “A solução eficiente é
analisar a fundo e com calma o problema do paciente, pois a doença atinge pessoas das
mais variadas idades e condições”, diz o cirurgião vascular. No entanto, existem causas
cientificamente comprovadas da disfunção erétil, sendo importante conhecê-las a fim de
evitar o problema.

melhores masturbadores masculinos

Sono
Um estudo da Unifesp aponta que pacientes que sofrem de impotência sexual despertam
mais durante a noite e apresentam o sono fragmentado, sem conseguir atingir o estado
de sono profundo. Além disso, a falta de sono aumenta as chances de problemas
cardiovasculares, diabetes e favorece o ganho de peso, fatores que contribuem para a
impotência sexual.

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Drogas
Um estudo da Universidade Real de Londres confirmou que o cigarro aumenta o risco
de impotência sexual. Homens que fumam aumentam em 40% o risco de sofrer de
disfunção erétil, sendo que quanto maior o número de cigarros, maiores as chances de
ter problemas na performance sexual. Mesmo os homens que fumam menos de 20
cigarros por dia aumentam em 24% as chances de sofrer de impotência sexual. Isso
acontece pois o cigarro possui substâncias que entopem a microcirculação, atingindo
também o pênis e a ereção.

Um estudo da Unifesp descobriu que entre os usuários de álcool, cocaína, crack e
ecstasy, 47% têm ejaculação precoce, redução da libido e impotência sexual. Este
problema também se encontra relacionado às alterações vasculares, causadas pelo uso
prolongado dessas substâncias. Além disso, remédios como antidepressivos e para a
calvície podem influenciar a ereção.

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Diabetes
As artérias do pênis são muito sensíveis às alterações vasculares causadas pelo diabetes.
Aproximadamente metade dos pacientes diabéticos apresentam problemas de ereção,
sendo que tais pacientes não podem ser tratados com os medicamentos comument